segunda-feira, 29 de julho de 2013

Bye pellicola

Não há muito que eu possa fazer; No momento, é apenas por mim! 

Em meio as distorcidas camadas da matéria, no silêncio de uma madrugada serena e gelada, enxergo com os olhos fechados, e pressinto mais uma vez esse familiar reencontro que minha natureza não poderá evitar e fatalmente falhará ao tentar se desprender. 

Buscando razão na minha intelectualidade, concluo que nem ela, nem as maiores das minhas capacidades, nem as mais elevadas reflexões, nem as minhas maiorias conexões com os mais altos níveis dimensionais poderão me responder o que é isso. Não há definição, não há classificação, não há o que possa mudar; não há como fugir, muito menos amenizar; É exatamente o que é e o que deveria ser! Entretanto, nas atuais circunstâncias, nas proporções primitivas que se findaram, imaginar este reencontro faz-se desconfortável.

Mesmo após a morte e o renascimento de um novo ciclo, o reencontro ainda é previsto. E acredito eu que, mesmo diante de magníficas e distintas conclusões intangíveis que tivemos até agora,  minha reaproximação física não trará reais evoluções, muito menos sinceras felicidades e expansões, ou positivos afloramentos. Acredito eu que a minha melhor posição diante de tudo isso é essa: é aqui...eu, no meu devido lugar.

Dou um tchau cinematográfico e atuo como ser humano para que isso não seja mais um romance de cinema.