quinta-feira, 27 de junho de 2013

Esperienze

De tantas mulheres que experimentar, conviver, desejar ou sentir; não importa quantas! Será apenas uma que você terá a oportunidade de expressar conclusivamente (e realmente) seu conhecimento sobre tudo o que a vida lhe ensinou e o que lhe será gratificante, e divino, compartilhar conjugalmente por uma longa e entusiasmante caminhada.

Cada um tem que estar bem colocado neste mundo para saber que antes de mais nada, devem amar-se por conta-própria e assim disponibilizarem uma aptidão ao convívio de uma repleta experiência humana.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Tolerância, paciência e compreensão

Sou mais um entre nós. Cometo erros e acabo entrando em desequilíbrio com a vida, ou mesmo com a harmonia que deveria manter entre a minha atual realidade. 

Todo o aprendizado adquirido até o presente momento, me condicionou a encarar e aceitar certas coisas de uma maneira completamente diferente ao dia anterior. De todas essas conclusões, um fato que me conduz com muita coerência (muitas vezes é complexo de se aceitar): a culpa. Do caminho que trilhei desde o meu nascimento até então, concluo que todas as situações mais embaraçosas que encarei, todos os momentos que chorei de raiva, ou mesmo me rebelei; TUDO foi eu que atraí. Todas as pessoas que conheço, todas as pessoas que me relacionei, todas as pessoas que estão girando em minha volta, tudo isso foi eu que criei; Essa é a minha realidade! Embora tenha tomado alguns "golpes" de pancada da vida, ainda não posso me revoltar, muito menos reclamar do que "puxei" até agora.

No silêncio da madrugada, tento colher todos os pensamentos adquiridos, todas as atitudes precipitadas e assim, ponho-as  no devido lugar. Às vezes, por ter agido com imaturidade, choro; E às vezes, por ter encarado o dia como um verdadeiro homem, fico tranquilo e durmo sorrindo.

No despertar de um novo amanhecer, tenho a oportunidade de começar a mudança desses pensamentos, pedaço por pedaço, sentido por sentido. Mesmo que alguns pensamentos e alguns sentimentos queiram rondam minha casa, o meu quarto, as minhas visões e os meus passos, vou aprendendo a colocar-me no lugar, sem sentir a responsabilidade pela vida de ninguém.

Sinto-me como uma peça fundamental nesta vida, sinto-me fundamental na vida de muitas pessoas - não necessariamente me vejo como se tivesse que agir por elas - até para as mais cegas e desiludidas. Sinto o privilégio de me aproximar delas, expressar minhas emoções e meu conhecimento, e principalmente em auxiliá-las. Não digo auxiliá-las porque me acho conhecedor de muita coisa, ou capaz de tais competências, mas sim por respeito e amor a elas, mesmo que minhas postura diante de algumas acabe sendo transmitida de uma forma grosseira e rude. Encaro essa minha transmissão deturpada de amor muitas vezes com o fato de concluir que tais indivíduos não compreendem minhas atitudes, muito menos minhas intenções e as minhas palavras.

Não sei disseminar ao certo se muitas vezes tomo ações determinadas pelo meu Ego, mas o que eu concluo com muito clareza é que, 90% das coisas que digo e faço são transcendentes do amor e da compaixão por quem eu amo; por quem está ligado a mim.

Também não sei ao certo entender quais são os motivos das minhas palavras: se são para chamar a atenção de alguém, se é para conquistar alguém, ou mesmo me expor a todos. Sinceramente? Não me importo. O que eu me importo é deixar os meus pensamentos caminharem conforme sopro ao vento. E se assim, alguém respirá-lo, que leve-o para dentro, e respeitosamente (ou reciprocamente) transforme-o em vida.

Assim vou seguindo esta vida, vou seguindo o vento e o caminho do rio. Tento ser o mais sereno possível, respeitando a lei de todos e assim compartilhando o meu amor com quem abre as portas para mim.

Namastê.

domingo, 23 de junho de 2013

Liberatevi


Sou daquele conceito de que tudo que se guarda demais, uma hora explode em algum lugar; pode explodir em alguém, pode explodir em várias pessoas, e principalmente: pode explodir dentro de ti! Então, mesmo que a dificuldade em expor uma necessidade seja a maior barreira para o nosso orgulho (primitivo e doentio), teremos que expelir isso em algum momento, uma hora ou outra. Porém, veja bem: algumas coisas são temporárias, assim como de um dia para o outro podemos ser surpreendidos em qualquer esquina; podemos, de uma hora pra outra, mudarmos nossa opinião sobre TUDO, independente se já possuímos um nível de senso crítico elevado, algumas coisas se tornarão apenas momentos inesquecíveis ou momentos extremamente memoráveis, mas que dependendo das circunstâncias, serão apenas lembranças; belas, mas como disse: apenas (não deixam de ser maravilhosas).

As possibilidades dessas lembranças se materializarem novamente vão diminuindo, conforme evoluímos e nos apegamos a outras formas de expansão. Enfim. Seja como for o que guardamos, não podemos desperdiçar o AGORA! Independente se faremos papel de ridículo diante de tais situações, vejo que não há solução sem transformação; não há evolução sem conclusão!

Tudo que sentimos, tudo que guardamos, tudo que remoemos, uma hora outra se transforma, seja numa doença, seja num vício, seja num aprendizado ou mesmo em uma bela reflexão, assim como exponho essas palavras com uma necessidade desconhecida, mas necessária.

Namastê.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Brasil

Vamos falar então de todo este momento que o Brasil está passando. 


Passamos por momentos semelhantes há 40 anos atrás, fomos as ruas e lá houve um grande choque para nossa possível Democracia. Contudo, nós nos acomodamos com o que os políticos prometeram. Nós adormecemos, tomamos o "leite quentinho" do Governo. Eles aplicaram todas essas "bolsas" pra gente se acalmar e se acomodar na confiança de um suposto Governo justo, o que é completamente o oposto. 

Vejo todas essas manifestações como a mais bela expressão de que o povo não suporta mais engolir a palhaçada que esse Governo faz conosco. Posso até colocar uma teoria tonta que eu criei que se chama "lei do estilingue": você segura bem um "objeto", estica bem o elástico pra pegar força, e hora que você solta, ele vai com toda força na direção que apontamos. Nós somos assim: somos limitados a suportar certas condições. Aguentamos tudo isso, mesmo calados, engolindo tudo no seco, mas chega um momento que tudo chega ao limite. 

Por todos esses anos, talvez tenhamos injustiçados várias pessoas ao nosso redor, expressando nossas indignações nelas, mas tudo isso foi necessário. Não digo descontarmos nossa revolta em quem não merece, mas tudo que se concluiu para chegarmos a este ponto, onde finalmente, no ano de 2013, percebemos novamente que a nossa nação é uma só, independente das suas classes sociais, raciais. Enfim. Nós estamos nas ruas (independente do grau de inteligência ou de ignorância) mostrando que não somos palhaços, muito menos favorecidos ao carcere social.

Pessoal, vamos manter essa postura, chegou a hora de aproveitarmos este momento para não apenas conquistarmos essas questões que estamos tratando agora, mas também para nos reerguermos novamente perante a sociedade, mostrarmos que não é a posição social de cada um que justifica a dignidade de um ser humano. Enfim. SOMOS UM!

Enfim. Também deixo essa bela mensagem...

Namastê.


terça-feira, 11 de junho de 2013

Nazionalità

Acredito na natureza e na harmonia das coisas, e creio que, cedo ou tarde, tudo entrará em conexão com ela, assim como a nossa consciência planetária (que ainda está levemente adormecida) tomará um novo foco e uma nova forma de evolução. Afinal, não há como negarmos nem evitarmos tais ciclos, muito menos um progresso tão natural, benéfico que se estende por todo nosso orbe.

domingo, 2 de junho de 2013

Medo Concreto, Amor Abstrato

Por: "Liberte-se do Sistema!"

Cada criação mental, quando mantida consistente por determinado período, ganha vida no reino das ideias ou no reino das emoções. Logo, seus temores, suas angústias, seus apegos e suas raivas tornam-se concretos no seu campo existencial. Todo o seu poder, toda a sua energia preenche essas criações dando-lhes “vidas próprias”.


5 dicas para superar os medos

Assim, o ato de sua criação já está consumado. O que agora existe, não deixará de existir por si só, não irá desvanecer a menos que você interceda. Negar o que está feito é uma atitude inútil, pois sua criação mental/emocional continuará existindo e ligada a você. Não é porque você não vê que algo deixa de existir. E cedo ou tarde ambos vão se reencontrar e você sairá novamente ferido.

O que você deve fazer é encarar seus medos, apegos, angústias e tristezas de frente. Olhá-los de forma convicta e reconhecê-los como existentes. Em seguida, comece então a procurar entender o porquê de sua existência, o porquê de sua origem, o porquê de você ainda estar vinculado a eles.

A menos que você entenda o porquê de tê-los criado, jamais poderá abstraí-los, transcendê-los, sublimá-los.

Se você tem um medo e este medo o está impedindo de continuar com sua vida, com seu processo evolutivo, é necessário então encará-lo. Não, você não deve lutar. A luta apenas perpetua a existência de sua criação mental. Havendo luta, haverá sofrimento e seus temores se alimentam de sentimentos densos. O que você deve fazer é decompor o seu medo, purificando-o, sublimando-o, tornando-o novamente abstrato, não mais concreto.

Transforme então o seu medo em algo positivo. Use-o para superar a si mesmo, convertendo-o em coragem. Logo, ele deixará naturalmente de existir como uma criação concreta, pois seu poder se esvaiu ao se transmutar em algo mais sublime e excelso.

Se o seu medo é de ficar sozinho, enquanto você ainda estiver procurando por pessoas para lhe fazer companhia, ele continuará existindo concretamente em sua mente. O medo só deixará de ser medo quando se transformar em outra coisa.

Assim, para purificá-lo, para desconcertá-lo diga: “Eu tenho medo de ficar sozinho, por isso eu amo ficar sozinho”. No instante em que você insere o amor no medo, este deixa automaticamente de existir. Mas veja que não é da boca para fora, é necessário ter a volição e o sentimento verdadeiros para que essa alquimia de fato aconteça.

“Eu tenho medo de altura, por isso estou louco para viajar de avião.”
“Não quero perder você porque eu não preciso de você.”
“Que bom que tenho medo da morte! Encontrarei um monte de amigos do outro lado!”

 

Para desconstruir suas criações mentais é necessário que você abstraia qualquer linearidade, qualquer conceito objetivo a respeito delas. Isso é transformar o concreto em abstrato. É tirar todo o sentido intelectual/emocional de algo.

Todas as negatividades são distorções de seu princípio original. Logo, a raiva é uma distorção da tranquilidade, o medo é uma distorção do amor, a tristeza é uma distorção da felicidade. Você então deve purificar essas distorções, levando-as de volta às suas origens.

Obviamente, esse não é um processo rápido e fácil, mas é essencial para que você se emancipe como divindade na matéria.

Conheça o seu medo e compreenda-o de maneira profunda. Não busque vencê-lo, busque convertê-lo em sua contraparte. Transforme o medo em amor, o apego em desprendimento, a raiva em tranquilidade, a tristeza em alegria. Ame estar com medo, apegue-se desprendido, tenha raiva pacífica, alegre-se com sua tristeza.

Vá alterando aos poucos as vibrações, acrescentando positividade na negatividade e quebrando a linearidade e o sentido de cada uma de suas criações. Deixe-as perplexas e confusas.

Pouco a pouco você começará a transcender seus temores de maneira pacífica, silenciosa e amorosa. Pois não se pode transformar nada de uma hora para outra. Isso é naturalmente inviável.

É necessária uma gota de cada vez para criar um oceano. Assim é a evolução, assim é a alquimia interior.